Todo homem tem fimose e um dia precisará operar?

Saiba mais sobre a fimose e seus tipos de tratamento

A fimose é um assunto extremamente comum dentro da saúde urológica masculina. Sua característica principal é a presença do excesso de pele prepucial impedindo que o indivíduo consiga expor a glande de seu pênis para fora causando dor e fissuras nesta pele, comprometendo muito a vida sexual e higiene local.

 

É normal todo homem ter este excesso de pele?

Todo homem nasce com uma pele que recobre a glande (que não necessariamente é diagnosticada como FIMOSE). Normalmente, ela é aderida na glande. A medida que a criança cresce, esta pele vai se soltando.

A aderência da pele, quando esta não solta totalmente, pode ser resolvida com pomada local ou microcirurgia, no caso de um grau muito leve de fimose.

Diagnóstico de Fimose

O diagnóstico da fimose se dá quando a glande não pode ser exposta já que existe uma espécie de “anel” que impede a exteriorização da glande. Estes casos são cirúrgicos.

Intervenção cirúrgica: postectomia

A cirurgia de Fimose, também conhecida como postectomia, é a forma mais adequada de tratar a fimose do adulto. É considerada como um tratamento definitivo, pois além de retirar o anel fibrótico, também é retirado o excesso de pele.

E o que acontece se o paciente não trata a fimose?

Importantíssimo os pais saberem que a massagem no pênis não ajuda a pele soltar, pelo contrário, pode causar inflamação local.

A fimose pode causar sintomas em alguns pacientes, entre eles: dor ao urinar, ardência, acúmulo de secreções, inchaço, dor e desconforto durante as relações sexuais e ejaculação precoce.

Ao eliminar esta condição, o paciente terá uma melhor higiene local, além de possibilitar uma vida sexual mais satisfatória.

A cirurgia de fimose afeta a vida sexual do homem?

Afeta positivamente! Não são feitos cortes ou injeções na glande. Após o procedimento ocorre a redução do excesso da sensibilidade da glande, postergando o tempo para ejaculação na relação sexual. Muitas vezes esta redução do excesso da sensibilidade após a cirurgia já é o tratamento da ejaculação precoce.

DICA

Não é indicado fazer “exercícios ou massagens” para ajudar a “abrir” o anel da pele, pois isto pode causar microtraumatismos com dor, inflamação local e até sangramentos, e a cicatrização pode agravar o estreitamento da pele.

No CBU, realizamos a cirurgia de fimose em nossos centros cirúrgicos, equipados e estruturados para oferecer segurança e conforto ao indivíduo.

Esta cirurgia pode ser feita com anestesia local ou sedação.  O Centro Brasileiro de Urologia dispõe de serviço de anestesia para os pacientes que preferem realizar o procedimento dormindo.

Para agendar uma consulta com um dos Urologistas do CBU ligue para 3046-3690 ou clique aqui e faça o agendamento on-line.

 

A Fimose e o Diabetes

 

Fimose também é coisa de adulto e pode ser mais predominante em pacientes diabéticos. A condição caracterizada pelo excesso de pele prepucial, localizada na glande do pênis, é fator de risco, inclusive, para o câncer de pênis.

CARACTERÍSTICAS DA FIMOSE

O pênis é coberto por uma pele que cobre a glande (cabeça do pênis). Esta pele recebe o nome de prepúcio. A característica principal da fimose é justamente a presença da pele prepucial impedindo que o indivíduo consiga expor a glande de seu pênis para fora total ou parcialmente.

A FIMOSE DA INFÂNCIA

A fimose congênita, geralmente descoberta na infância ou na adolescência, pode ser tratada inicialmente com pomadas tópicas, e em alguns casos, realiza-se a cirurgia.

A FIMOSE ADULTA

Nomeada de fimose adquirida, o paciente com o correr da vida sexual nota a dor local, e ao expor a glande, esta condição é mais severa nos diabéticos. Nestes casos, recomenda-se o procedimento cirúrgico, bastante simples e indolor.

E A RELAÇÃO COM O DIABETES?

O Diabetes é uma doença crônica, que precisa ser acompanhada junto com o médico Endocrinologista. Embora muito temida pelos pacientes, quando se segue o tratamento proposto e se controla as taxas de glicose, o paciente pode levar uma vida totalmente normal, repleta de bem-estar e saúde.

Porém, nos casos de pacientes com a glicemia descontrolada, com o passar dos anos, esta alta taxa de glicose prejudica a condição local da glande do pênis, principalmente quando associada à má higiene íntima.

Falar sobre a região genital é tabu para muitos homens, mas o pior mesmo, é ignorar os sintomas. Ardência, coceira, vermelhidão, inchaço, todos estes sintomas são SINAIS de que é preciso buscar ajuda especializada.

Se você é homem e diabético, não se esqueça de visitar o seu Endocrinologista e o seu Urologista.

Aqui no CBU temos as duas especialidades e oferecemos um tratamento multidisciplinar aos nossos pacientes.

Conte com a nossa equipe.

Agendamentos através do (11) 3046-3690 ou agende on-line por aqui!

 

A Cirurgia de Fimose é uma boa opção para mim?

Entendendo melhor a Fimose!

A fimose é caracterizada pela dificuldade ou até impossibilidade de expor a glande (cabeça do pênis) do homem. Isto ocorre porque o prepúcio (pele que recobre a glande) tem um anel demasiadamente estreito ou simplesmente pelo excesso de pele no local. Esta condição geralmente incomoda bastante crianças, adolescentes e adultos. Sim, adultos também têm fimose! A glande se torna mais sensível e com dificuldade na higienização, aumentando as chances de infecções e inflamações. Além disso, sabe-se que outras complicações da fimose são: ejaculação precoce, HPV e o câncer de pênis

Quais os tratamentos possíveis para a Fimose?

A cirurgia de Fimose, também conhecida como postectomia, é a forma mais adequada de tratar a fimose do adulto. É considerada como um tratamento definitivo, pois além de retirar o anel fibrótico, também é retirado o excesso de pele. A fimose pode causar sintomas em alguns pacientes, entre eles: dor ao urinar, ardência, acúmulo de secreções, inchaço, dor e desconforto durante as relações sexuais. Ao eliminar esta condição, o paciente terá uma melhor higiene local, além de possibilitar uma vida sexual mais satisfatória. Vale lembrar que não são feitos cortes ou injeções na glande. Após o procedimento ocorre a redução do excesso da sensibilidade da glande, postergando o tempo para ejaculação na relação sexual. Muitas vezes esta redução do excesso da sensibilidade após a cirurgia já é o tratamento da ejaculação precoce. Outra forma de tratar a fimose são com cremes tópicos, utilizados na fimose congênita, da criança.

Como funciona a Cirurgia de Fimose?

É considerada uma cirurgia simples e praticamente indolor. É utilizado creme anestésico antes da anestesia local para evitar desconfortos no paciente.

Dica importante:

Não é indicado fazer “exercícios ou massagens” para ajudar a “abrir” o anel da pele, pois isto pode causar microtraumatismos com dor, inflamação local e até sangramentos, e a cicatrização pode agravar o estreitamento da pele. No CBU, realizamos a cirurgia de fimose em nossos centros cirúrgicos, equipados e estruturados para oferecer segurança e conforto ao indivíduo. Os cuidados pós operatórios são tão importantes quanto a cirurgia e por isso fazemos o acompanhamento de cada paciente até sua completa recuperação. Para agendar uma consulta com um dos Urologistas do CBU ligue para 3046-3690 ou clique aqui e faça o agendamento on line

Quais são as causas e tipos de fimose?

Causas de fimose:

  • Congênita: Quando a criança nasce com a pele do pênis fechando e impedindo a exteriorização da glande.
  • Adquirida: Mais comum em adolescentes, adultos e até mesmo em idosos. Ocorre quando múltiplas infecções da pele prepucial e da glande geram um machucado que, quando cicatriza, fecha cada vez mais a pele o que em alguns casos pode até mesmo impedir a exteriorização da glande que antes saía facilmente.

Tipos de fimose:

  • A – Grau 1 = impede a exteriorização completa da glande
  • B – Grau 2 = possibilita apenas a exteriorização de uma pequena parte da glande
  • C – Grau 3 = possibilita a exteriorização quase completa da glande
  • D – Grau 4 = a glande fica exteriorizada com o pênis ereto, porém em repouso ela fica completamente coberta pela pele, retendo umidade e secreção.
O tratamento pode ser cirúrgico ou com uso tópico de cremes à base de corticóide. Não é indicado fazer “exercícios ou massagens” para ajudar a “abrir” o anel da pele, pois isto pode causar micro traumatismos com dor, inflamação local e até sangramentos, e a cicatrização pode agravar o estreitamento da pele. O tratamento cirúrgico é o tratamento definitivo e o mais indicado e aconselhável, pois além de retirar o anel fibrótico retira um pouco dessa pele, deixando a glande exposta. Isso permitirá uma higiene satisfatória, um relacionamento sexual satisfatório, evitar e corrigir a parafimose. Irá diminuir os riscos de inflamações do prepúcio e de doenças sexualmente transmissíveis, os riscos de balanopostites (infecções do prepúcio e glande) além de reduzir o risco de câncer de pênis.