A dor é nos rins ou nas costas?

Pessoas que sofrem com pedra nos rins sempre ficam em dúvida nos momentos de crise: é cólica renal ou dor nas costas?

Entenda a diferença

Isso acontece porque como os rins estão localizados na parte de trás e sob as costelas, pode ser difícil identificar exatamente de qual ponto exato vem a dor.

No entanto, a localização, o tipo e a intensidade dos sintomas podem ajudar a descobrir qual é a fonte da dor.

Veja a seguir, como identificar corretamente uma crise causada por pedra nos rins com algumas dicas.

Pedra nos rins X dor nas costas

Os rins são os responsáveis por filtrar resíduos e toxinas da corrente sanguínea, o que os torna mais suscetíveis a infecções e danos. Sendo assim, o excesso de cálcio, oxalato e fósforo podem se acumular nos rins e formar cálculos renais, responsáveis por causar dor intensa ao se deslocarem ou causarem um bloqueio.

Além disso, a cólica renal pode ser causada também por infecções do trato urinário e traumatismos nos rins.

A principal diferença entre a dor nas costas e a dor causada por cálculo renal é que o ponto focal da primeira costuma ser na região lombar. Nesse caso, preste atenção na sua postura e se tem o hábito de ficar sentado ou em pé por muito tempo. Certas condições médicas, como artrite, osteoporose e infecções, também podem causar dores nas costas.

Reconhecer a diferença entre dor nas costas ou aquela causada por pedra nos rins ajuda na hora em que você vai buscar ajuda especializada.

Como identificar a dor nos rins

A dor causada por pedra nos rins é frequentemente causada pela movimentação dos cálculos ou por uma infecção na região. Se a dor vem do seu rim, ela terá essas características:

Localização

A cólica renal é sentida nos flancos que ficam entre a parte inferior da caixa torácica e os quadris. Geralmente ocorre em apenas um lado do corpo, mas em alguns casos o paciente pode sentir dor em ambos os lados. A sensação também pode ser que a dor está vindo do fundo do corpo.

Radiação

A dor causada por pedra nos rins pode irradiar para outras áreas do corpo, como laterais, abdômen, virilha e coxa.

Intensidade

Na maioria das vezes, a dor sentida em uma crise causada por cálculo renal será constante. Mas pode aumentar de intensidade e dar a sensação de pontadas mais intensas quando a pedra se move. Já a dor derivada de uma infecção geralmente é mais suave.

Sintomas indicativos de pedra nos rins

A presença de cálculo renal também pode ser notada pela presença de outros sintomas, como:

– Urina turva, de coloração escura ou com sangue;

– Dor ao urinar;

– Necessidade persistente de urinar, mesmo que saia pouco ou nada;

– Náusea;

– Vômito;

– Febre;

– Tontura;

– Fadiga.

Quando marcar seu check-up médico

Um quadro de pedra nos rins não costuma ocorrer de um dia para o outro. Então, manter uma rotina de check-up médico periódico ajuda a proteger a saúde de um modo geral e não só dos rins.

Além disso, é preciso estar atento a fatores como obesidade, ingestão excessiva de sódio e cálcio, além do consumo de água inferior a 2 litros/dia, que aumentam os riscos de desenvolvimento de pedra nos rins.

Em muitos casos, é possível contornar o mal-estar com repouso, terapia de calor e analgésicos. Mas é importante que pessoas com sintomas de pedra nos rins ou infecção procure atendimento médico.

Se desejar tirar dúvidas pontuais sobre cálculo renal, agende uma teleorientação, pelo nosso site. Ou se preferir, solicite uma consulta com os urologistas do CBU.

Informações de contato, acesse aqui!

 

Pedras nos Rins durante a GRAVIDEZ é comum?

As pedras nos rins, litíase ou cálculo renal, é uma doença que acomete grande parte da população, em diferentes faixas etárias.

Durante a gravidez o corpo da mulher passa por mudanças, mas será que isto afeta o surgimento da litíase renal?

O que ocorre durante a gestação?

Na gravidez, a mulher passa a produzir maior quantidade do hormônio progesterona e seu útero expande para o desenvolvimento do bebê. Estas mudanças provocam a dilatação das vias urinárias e o represamento da urina, o que aumenta a formação de cristais.

Felizmente, o corpo é sábio e atinge um autoequilíbrio. Enquanto a placenta produz uma substância que aumenta a formação das pedras, o organismo responde produzindo mais citrato, que faz o oposto: protege contra o surgimento dos cálculos.

Portanto, a mulher não tem maior propensão de formar cálculos unicamente pelo seu estado gestante. O fator hereditário e de estilo de vida pode sim afetar as chances.

Como proceder no caso de sintomas?

Os sintomas sugestivos à litíase renal na gestante são: dor aguda na região lombar, sangue na urina, infecção urinária e febre.

É importante compartilhar os sinais com o ginecologista pré-natal. Possivelmente, ele encaminhará a paciente ao Urologista, médico especialista.

Para chegar ao diagnóstico, o Urologista solicitará exames de urina, cultura e ultrassonografia.

A tomografia, geralmente utilizada para diagnosticar as pedras deve ser evitada em gestantes devido à radiação.

Tratamento para pedras nos rins

Por se tratar da gestante, o tratamento tende a ser mais conservador. A paciente é medicada e espera o tempo de eliminação espontânea dos cálculos.

Em alguns casos, será necessária a intervenção cirúrgica, feita por técnicas endourológicas e tomando todos os cuidados com o processo de anestesia.

Veja aqui um vídeo de como é feito o tratamento cirúrgico para calculo renal: https://www.youtube.com/watch?v=LqrlDgBrYwQ

A conduta será definida caso a caso, de acordo com o grau da dor, tamanho das pedras e dilatação do rim.

Para agendar uma consulta com um dos especialistas do CBU ligue para 3046-3690 ou clique aqui e faça o agendamento online.

Cálculos renais – dúvidas mais frequentes!

A formação dos cálculos renais

Os rins têm muitas funções, sendo a principal, filtrar o sangue, removendo impurezas, que são eliminadas pelas vias urinárias na forma de urina.

Constantemente, algumas das substâncias removidas tentam se agregar na urina (cálcio, acido úrico e etc), formando pequenos cristais e cálculos renais (popularmente conhecidos como pedras nos rins).

Mas nosso corpo  naturalmente produz outras substâncias que evitam a formação de massa sólida, como citrato e magnésio.

Listamos aqui as principais dúvidas sobre os cálculos renais. Confira:

O que pode acontecer se não tratarmos os cálculos renais?

Resposta: Quando os cálculos se deslocam pelo fluxo urinário e alcançam o ureter causam a obstrução da drenagem de urina. Assim, a urina se acumula e causa a dilatação do ureter e do rim. Essa dilatação é a responsável pela dor intensa (cólica renal) e é uma das dores mais fortes que uma pessoa pode sentir.

Além disso, os cálculos renais aumentam o risco de infecção urinária. Um quadro que pode provocar provocar choque séptico e até o óbito, principalmente em pacientes idosos.

Pacientes que não tratam os cálculos renais têm 20% de chances de perda da função dos rins. Desses pacientes, 5% acabam necessitando de diálise, que significa ter de ficar ligado a uma máquina que filtra o sangue, 3x/semana.

Quais os sintomas dos cálculos renais?

Resposta: Primeiro é importante destacar que os cáculos renais podem ser assintomáticos, ou seja,  o paciente pode não sentir sintoma algum. Porém, quando eles passam a obstruir a drenagem de urina, o paciente começa a sentir uma dor muito forte. Essa dor é a chamada cólica renal. Quem já teve esse quadro, sabe como a dor é intensa. Outros sintomas do Cálculo Renal são: náuseas, vômitos, calafrios, desejo frequente de urinar, sangue na urina e dor ao urinar.

Quais os fatores de risco para a formação dos cálculos renais?

Resposta: Existem muitos fatores que aumentam as chances da formação de cálculos, como distúrbios de metabolismo, hereditariedade, idade, sexo, hábitos alimentares, atividade física.

Aqui, vamos falar sobre aqueles que podemos atuar com mudanças simples de estilo de vida.  São eles:

– Consumo de água => O consumo de 2,5 a 3L de água por dia reduz o risco de formação de cálculos, pois dilui a urina. Deve ser distribuído durante o dia e intensificado em dias quentes e secos.

– Redução do sal => Recomendamos reduzir ao máximo o consumo de sódio, e não se trata apenas do sal que usamos para temperar a comida. Também são alimentos embutidos como presunto, linguiça, azeitonas e alimentos instantâneos têm alto teor de sódio e devem ser evitados.

– Carnes => Recomendamos evitar o consumo excessivo de proteínas de um modo geral, incluindo carnes. O consumo excessivo desse alimento pode “sobrecarregar” os rins e elevar ácido úrico, uma substância que pode forma os cálculos.

– Atividade física => A prática de atividade física regularmente traz uma série de benefícios a saúde, incluindo a redução do risco de formar pedras nos rins. Lembramos, porém, que durante o exercício, perdemos líquidos, sobretudo na forma de suor. Então, para evitar que ocorra desidratação, recomendamos que os pacientes bebam água antes, durante e depois da prática de atividade física.

Se você precisa realizar o acompanhamento com um médico urologista, o ideal é agendar sua consulta. Afinal, um cálculo renal pode ter consequências sérias caso seja deixado de sem tratamento adequado.

Se desejar tirar dúvidas pontuais sobre o tema, agende uma teleorientação, pelo nosso site. Ou se preferir, solicite uma consulta com os urologistas do CBU, clicando aqui.

Veja mais sobre cálculo renal no video a seguir: https://www.youtube.com/watch?v=g0FaIVnDKZw

 

O impacto da sua alimentação na formação dos cálculos renais

Os cálculos renais, também conhecidos como pedras nos rins, são massas duras, formadas nos rins, em um processo chamado LITÍASE RENAL.

Entenda em detalhes os tipos de cálculos e como se formam, clicando aqui!

Por que os cálculos renais são tão temidos?

A calculose renal e ureteral (quando as pedras estão no ureter) pode provocar fortes dores na lombar, e nas costas. A dor é intensa e costuma irradiar para o abdômen em direção à virilha.

Em casos extremos de dor, o paciente pode sentir náusea, sudorese, vômito e até febre.

O impacto da alimentação na formação de cálculos renais

Sim, a sua alimentação impacta na saúde de todos os órgãos do seu corpo. Inclusive, pode estimular a formação de cálculos renais.

Além da alimentação, fique atendo à doenças relacionadas!

Indivíduos com obesidade, diabetes e pressão alta, juntamente com os altos níveis de triglicerídeos e colesterol ruim, bem como, a resistência insulínica, tendem a formar mais cálculos.

O tratamento dos cálculos renais

– Estilo de Vida e Dieta

Mudanças no estilo de vida e na dieta fazem parte do tratamento do paciente que tem ou teve pedras nos rins. 

Dietas ricas em frutas, vegetais sem oxalato, grãos integrais, baixo teor de gorduras ruins, carnes magras, nuts e alimentos com cálcio (sim, é mito a história do leite) devem ser adotadas. E, claro, alta ingestão de água!

E o que deve ser evitado? Alimentos ricos em oxalato e sódio:  sal, de proteínas (principalmente carnes gordas), tomate,  espinafre, cacau, nozes, pimenta e chá.

– Remoção dos Cálculos

A observação é indicada para pacientes pouco sintomáticos e com cálculos muito pequenos em pacientes que costumam eliminar cálculos renais.

 Mas independente do tamanho do cálculo se você tiver dor intensa, infecção de urina ou piora da função renal o procedimento para a remoção do calculo é a melhor opção.

Em caso de sintomas moderados, agende uma consulta imediata com o seu Urologista. E, nos casos de dor forte, procure um Pronto Socorro.

A dor intensa da cólica renal ocorre devido à obstrução ureteral pelo cálculo e com a produção de urina pelo rim ocorre a dilatação da via urinária e é esta dilatação que causa muita dor!

O que fazer em caso de cólica renal?

Procure o pronto socorro sempre! A cólica renal é uma dor muito forte e apenas a analgesia pode não ser suficiente pois em alguns casos a dor só melhora após a redução da dilatação.

O que eu posso fazer até chegar ao pronto socorro?

– Reduzir o consumo de líquidos!!!!   Quanto mais líquidos o paciente beber, mais urina ele produzirá e maior será a dilatação, aumentando a dor!

– Manter o jejum (não comer nem beber);

– Compressa quente na região lombar do lado da dor;

Medicamentos indicados pelo urologista como anti-inflamatórios e analgésicos (a escolha do anti-inflamatório e do analgésico vai depender de uma avaliação médica pois para cada paciente existe um medicamento indicado).

A nossa equipe conta com Cirurgiões-Urologistas e Médico Nefrologista, prontos para atendê-los em ambiente clínico e ou dentro do Hospital Santa Paula. 

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O que é o cateter Duplo J?

Por que o cateter Duplo J tem esse nome?

O Duplo J é um cateter feito de silicone e tem tamanhos variados (mede de 26 a 30 cm). O tamanho depende do paciente, ou seja, depende do comprimento do ureter do paciente.

Tem esse nome por causa do seu formato: uma parte enrolada fica presa ao rim e outra parte prende-se à bexiga. Essas dobras fazem com que ele fique fixo no corpo do paciente.

Quando pode ser utilizado?

O cateter Duplo J serve para manter o canal urinário aberto. Portanto, costuma ser usado nas situações em que há um cálculo ureteral ou um tumor que esteja invadindo o ureter ou um tumor de ureter. Para os casos de tumor de ovário ou de útero que estejam apertando esse canal e obstruindo o rim, também é indicado.

O médico introduz o cateter Duplo J para manter a conexão entre o rim e a bexiga. Dessa forma, ele consegue manter a passagem da urina livremente.

Outra forma de usar o Duplo J é na cirurgia para a retirada de cálculos renais. Quando esses cálculos descem do rim e obstruem o canal, formam uma inflamação no local. Em algumas cirurgias, a abordagem é realizada de forma endoscópica pela uretra.

“Quando o cirurgião retira os cálculos, na maioria dos casos, o edema faz com que o paciente sinta dor como se ainda tivesse com as pedras. Para resolver esse problema, na maioria desse tipo de cirurgia, costumamos deixar um cateter para fazer a passagem da urina adequadamente e deixar o paciente bem” – explica o Dr. Felipe Delgado.

Quando o Duplo J é retirado?

A retirada do cateter Duplo J pode ser feita depois de 1 dia ou até 6 meses após a sua colocação. Mas quem avalia o período para retirá-lo é o médico urologista.

Na maioria dos casos, o Duplo J fica com o paciente até haver uma melhora do processo inflamatório ou até que ocorra a cicatrização, o que geralmente leva de uma a quatro semanas.

Como é o procedimento de retirada?

A retirada é feita pela uretra, que é o canal da urina. O procedimento pode ser realizado manualmente ou através de endoscopia e não há necessidade de internação. Mas retirar o Duplo J costuma ser simples e não dura mais que cinco minutos.

 

Consulte o seu Urologista de confiança para a realização de um checkup anual.

Conte com a equipe do CBU! Agendamentos através do (11) 3046-3690 ou agende on-line por aqui!

 

 

Cálculo Renal, tudo que você precisa saber !

Confira informações importantes sobre o cálculo renal.

Você sabia que cerca de 8% das mulheres e 15% dos homens vão apresentar cálculo renal em algum momento de suas vidas? Por isso é importante você conhecer mais sobre este problema! Primeiramente é importante diferenciar o sintoma da causa. O cálculo renal, conhecido popularmente como pedra nos rins, é considerado um sintoma, uma consequência de uma doença responsável pelo seu aparecimento. Logo, é preciso investigar o paciente e entender as causas e origens da doença, evitando recidivas.

Como é a dor da cólica renal?

A dor da cólica renal ocorre quando o cálculo (pedra)  migra do rim para o ureter. Esta pedra passa a obstruir o fluxo de urina, aumentando a pressão intra-renal. Os rins ficam mais dilatados, o que chamamos de hidronefrose e com isto vêm as dores. As dores são do tipo cólica de forte intensidade, na região lombar, podendo irradiar para outras áreas como abdome e genitais. Náuseas e vômitos são comuns em pacientes com dor intensa.

Qual o tratamento do cálculo renal?

O tratamento será determinado de acordo com o tamanho e a localização da pedra. No caso de cálculos pequenos, muitas vezes a ingestão de líquidos junto a analgésicos para diminuir a dor são suficientes. Pedras maiores devem ser tratadas com procedimentos cirúrgicos.

Algumas dicas para prevenir a recidiva do cálculo renal:

– Ingerir de 2 a 3 litros de água por dia (sua urina deve estar clara e límpida), principalmente ao realizar atividades físicas, pois pode ocorrer a desidratação – Utilize pouco sal no preparo dos alimentos e dê preferência a temperos naturais (cebola, alho, limão, cebolinha, coentro, salsa, entre outros) – Não há necessidade de se reduzir a ingestão de leite e seus derivados, pois na maioria das vezes não existe relação prejudicial entre o cálcio alimentar e a formação de cálculos – Consuma com moderação: café, chocolate, chá preto ou mate, espinafre, nozes e frutos do mar. Estes alimentos são ricos em oxalato (substância que forma o cálculo). Caso você esteja com dores que se assemelhem a cólica renal, interrompa o consumo de líquidos e procure imediatamente um hospital. A equipe do Centro Brasileiro de Urologia, dirigida pelo Dr. Mario Delgado, poderá ser acionada prontamente no Pronto Socorro do Hospital Santa Paula. Para agendar uma consulta com um dos Urologistas do CBU ligue para 3046-3690 ou clique aqui e faça o agendamento on line