Cálculos renais – dúvidas mais frequentes!

A formação dos cálculos renais

Os rins têm muitas funções, sendo a principal, filtrar o sangue, removendo impurezas, que são eliminadas pelas vias urinárias na forma de urina.

Constantemente, algumas das substâncias removidas tentam se agregar na urina (cálcio, acido úrico e etc), formando pequenos cristais e cálculos renais (popularmente conhecidos como pedras nos rins).

Mas nosso corpo  naturalmente produz outras substâncias que evitam a formação de massa sólida, como citrato e magnésio.

Listamos aqui as principais dúvidas sobre os cálculos renais. Confira:

O que pode acontecer se não tratarmos os cálculos renais?

Resposta: Quando os cálculos se deslocam pelo fluxo urinário e alcançam o ureter causam a obstrução da drenagem de urina. Assim, a urina se acumula e causa a dilatação do ureter e do rim. Essa dilatação é a responsável pela dor intensa (cólica renal) e é uma das dores mais fortes que uma pessoa pode sentir.

Além disso, os cálculos renais aumentam o risco de infecção urinária. Um quadro que pode provocar provocar choque séptico e até o óbito, principalmente em pacientes idosos.

Pacientes que não tratam os cálculos renais têm 20% de chances de perda da função dos rins. Desses pacientes, 5% acabam necessitando de diálise, que significa ter de ficar ligado a uma máquina que filtra o sangue, 3x/semana.

Quais os sintomas dos cálculos renais?

Resposta: Primeiro é importante destacar que os cáculos renais podem ser assintomáticos, ou seja,  o paciente pode não sentir sintoma algum. Porém, quando eles passam a obstruir a drenagem de urina, o paciente começa a sentir uma dor muito forte. Essa dor é a chamada cólica renal. Quem já teve esse quadro, sabe como a dor é intensa. Outros sintomas do Cálculo Renal são: náuseas, vômitos, calafrios, desejo frequente de urinar, sangue na urina e dor ao urinar.

Quais os fatores de risco para a formação dos cálculos renais?

Resposta: Existem muitos fatores que aumentam as chances da formação de cálculos, como distúrbios de metabolismo, hereditariedade, idade, sexo, hábitos alimentares, atividade física.

Aqui, vamos falar sobre aqueles que podemos atuar com mudanças simples de estilo de vida.  São eles:

– Consumo de água => O consumo de 2,5 a 3L de água por dia reduz o risco de formação de cálculos, pois dilui a urina. Deve ser distribuído durante o dia e intensificado em dias quentes e secos.

– Redução do sal => Recomendamos reduzir ao máximo o consumo de sódio, e não se trata apenas do sal que usamos para temperar a comida. Também são alimentos embutidos como presunto, linguiça, azeitonas e alimentos instantâneos têm alto teor de sódio e devem ser evitados.

– Carnes => Recomendamos evitar o consumo excessivo de proteínas de um modo geral, incluindo carnes. O consumo excessivo desse alimento pode “sobrecarregar” os rins e elevar ácido úrico, uma substância que pode forma os cálculos.

– Atividade física => A prática de atividade física regularmente traz uma série de benefícios a saúde, incluindo a redução do risco de formar pedras nos rins. Lembramos, porém, que durante o exercício, perdemos líquidos, sobretudo na forma de suor. Então, para evitar que ocorra desidratação, recomendamos que os pacientes bebam água antes, durante e depois da prática de atividade física.

Se você precisa realizar o acompanhamento com um médico urologista, o ideal é agendar sua consulta. Afinal, um cálculo renal pode ter consequências sérias caso seja deixado de sem tratamento adequado.

Se desejar tirar dúvidas pontuais sobre o tema, agende uma teleorientação, pelo nosso site. Ou se preferir, solicite uma consulta com os urologistas do CBU, clicando aqui.

Veja mais sobre cálculo renal no video a seguir: https://www.youtube.com/watch?v=g0FaIVnDKZw

 

Sinais de que a saúde urológica está em ordem

É muito boa a sensação de saúde e bem estar, não é mesmo?

A saúde urológica pode ser mantida com visitas regulares ao seu urologista.

E, além disso, o seu corpo te dá sinais de que está funcionando em perfeito estado.

Sistema urinário

Se você está fazendo xixi de forma regular já é um excelente sinal. O bom funcionamento inclui: ausência de urgência para urinar; urina amarela clara; ausência de dor, ardor, prurido ou força para urinar; jato urinário regular; não perder urina durante esforços (atividade física, espirro, tosse, etc).

Dores que podem evidenciar disfunções do trato urinário: dor nos flancos ou na região lombar baixa, dor suprapúbica, dor no abdômen, sensação de peso nas regiões perineal e retal e urina vermelha.

Sistema Reprodutor

Observar se as funções estão ocorrendo normalmente, tais como a ereção e a ejaculação são algumas das formas de avaliar clinicamente este sistema.

O esperma deve ser volume e cor normais e ausência de sangue. Você precisa relatar ao seu urologista caso perceba inchaços, pigmentação ou dores nos testículos.

Exames laboratoriais

Além da auto-observação, é imprescindível que o homem visite um urologista para a realização de exames laboratoriais. Isso porque algumas doenças são silenciosas e não demonstram sintomas clínicos.

Exames mais comuns solicitados no check up urológico:

– Hemograma

– Dosagem dos níveis de Colesterol (Total e Frações) e Triglicerídeos

– Insulina e Glicemia

– Tireóide – T3, T4 TSH

– PSA (homens acima de 40 anos)

– DSTs: antígeno de superfície do vírus da hepatite B (HBsAg); teste de detecção de sífilis; e pesquisa de anticorpos anti-HIV e dos vírus da hepatite C

– Espermograma (fase adulta e fértil)

– Exame de Urina

– Ultrassom (em alguns casos)

Além dos exames mencionados acima, é importante sempre manter a carteira de vacinação em dia.

Para agendar uma consulta com um dos especialistas do CBU ligue para 3046-3690 ou clique aqui e faça o agendamento online.

Hidronefrose – o que é e quais os riscos?

 

A hidronefrose é a dilatação do rim. Isso acontece quando a urina não consegue passar até à bexiga e, por isso, se acumula dentro do rim.

Quando isso acontece, o rim não consegue funcionar normalmente, Dessa forma, sua função vai diminuindo, podendo existir risco de desenvolver uma insuficiência renal.

Geralmente, a hidronefrose surge como complicação de outra doença como pedra nos rins ou tumor nas vias urinárias.

A recomendação é consultar o nefrologista ou o clínico geral. Esse profissional vai identificar a causa do problema e iniciar o tratamento adequado, com o objetivo de evitar sequelas mais graves.

Conheça os sintomas

Os sintomas principais da hidronefrose estão relacionados a dores no abdome, flanco e lombar.

As dores são mais intensas na forma aguda da doença e podem vir acompanhadas de vômitos, mal estar, prostração e até febre, nos casos inflamatórios e infecciosos.

Além disso, pessoas com hidronefrose também possuem maior risco de desenvolver infecções urinárias. Estas, por sua vez, são acompanhadas de outros sintomas como queimação ao urinar, urina turva, dor nas costas e arrepios, por exemplo.

O que fazer ao perceber os sintomas?

Sempre que existir suspeita de algum problema urinário, é importante ir ao ginecologista, nefrologista ou urologista para fazer exames de diagnóstico, como ultrassom, teste de urina ou exame de sangue, para identificar uma possível causa e iniciar o tratamento adequado.

Como tratar a hidronefrose?

O tratamento para hidronefrose consiste em retirar a urina acumulada e eliminar a causa da doença, para que a urina possa fluir livremente até à bexiga e sair do rim, diminuindo o inchaço.

Sendo assim, o tratamento pode variar de acordo com a causa da hidronefrose:

– Pedra nos rins: o médico pode recomendar fazer terapia com ultrassom ou cirurgia para retirar a pedra, de acordo com o tamanho;

– Aumento da próstata no homem: pode ser feito o tratamento prostático para aliviar a pressão causada pela próstata e permitir o fluxo de urina;

– Infecções urinárias: podem ser tratadas apenas com o uso de um antibiótico;

– Já no caso de tumores, pode ser necessário fazer cirurgia para remover a massa, além de ser necessário fazer tratamento com quimio ou radioterapia, por exemplo.

Normalmente, o rim recupera em cerca de 6 semanas após o início do tratamento, não existindo risco de novas lesões no órgão além das que já surgiram até o momento em que o tratamento foi iniciado. 

Alerta dos médicos

Quando a hidronefrose não é tratada adequadamente, o inchaço do rim vai provocando pequenos danos que dificultam o funcionamento do órgão.

Como consequência, ao longo do tempo, podem surgir desequilíbrios de minerais importantes do corpo, assim como infecções graves nos rins e um elevado risco de desenvolver insuficiência renal.

Se desejar tirar dúvidas pontuais sobre a hidronefrose, agende uma teleorientação, pelo nosso site. Ou se preferir, solicite uma consulta com os urologistas do CBU.

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Bexiga Neurogênica

A bexiga neurogênica é a incapacidade de controlar o ato de urinar devido a uma disfunção na bexiga ou esfíncter urinário.

Essa disfunção pode ter diversas causas, que incluem desde alterações nos nervos até situações que irritam a região, como alterações hormonais, inflamações na bexiga ou infecções.

Qualquer condição que interrompa a função da bexiga ou a sinalização neurológica aferente e eferente provoca bexiga neurogênica.

Quais as causas da bexiga neurogênica?

As causas podem afetar o sistema nervoso central, os nervos periféricos, ou ambos.

A obstrução do colo vesical devido à hiperplasia prostática benigna, câncer de próstata, estenose uretral, por exemplo, muitas vezes acontece de forma simultânea e pode agravar os sintomas.

Nos homens, a próstata aumentada pode simular muitos sintomas de bexiga neurogênica, sendo uma importante causa reversível de alteração da função dos músculos urinários.

Do que os pacientes reclamam?

A maior queixa dos pacientes com bexiga neurogênica é referente ao esvaziamento incompleto da bexiga, perda de pouca ou grande quantidade de urina e de necessitar de muitas idas ao banheiro.

Isso acaba atrapalhando da vida da pessoa, pois ela não consegue completar uma tarefa sem parar constantemente.

Tipos de Bexiga Neurogênica

A bexiga neurogênica pode ser:

– Hipoativa: quando os músculos não conseguem contrair no momento adequado;

– Hiperativa: quando existe contração excessiva dos músculos e perda involuntária da urina.

Principais sintomas

1) Bexiga Hipoativa ou bexiga flácida – neste caso a bexiga não é capaz de se contrair voluntariamente ou o esfincter não é capaz de relaxar. Isso provoca o armazenamento de urina, sem a capacidade de eliminá-la de forma adequada.

Sintomas: sensação de que bexiga não esvaziou completamente após urinar, gotejamento após urinar ou perda de urina involuntária. Isto aumenta as chances de haver infecção urinária e prejuízo na função dos rins. Por isso, o tratamento deve ser iniciado o mais rápido possível.

2) Bexiga Hiperativa – também é conhecida como bexiga espástica ou bexiga nervosa, pois a bexiga se contrai de forma involuntária, havendo assim a perda de urina de forma inesperada e em momentos inapropriados.

Sintomas: incontinência urinária, vontade de urinar frequente e em pouca quantidade, dor ou ardência na região da bexiga, perda do controle da capacidade de urinar.

O diagnóstico

Para diagnosticar a bexiga neurogênica, o urologista irá avaliar a história clínica da pessoa, com detalhamento dos sintomas, e o exame físico.

Além disso, o especialista solicita exames que conseguem observar o funcionamento do trato urinário. São eles: ultrassonografia, radiografia com contraste, uretrocistografia e exame urodinâmico, que avalia a contração dos músculos urinários no momento da micção.

Como é feito o tratamento

A partir do tipo de bexiga, o médico poderá definir entre as opções de tratamento, que incluem o uso de remédios, aplicação de toxina botulínica, além de fisioterapia, uso de sonda vesical ou realização de cirurgia.

Os pacientes devem beber líquidos em grande quantidade e limitar a dieta para evitar o desenvolvimento de cálculos. Algumas vezes os medicamentos dados para tratar a incontinência de urgência podem ser úteis.

Se você sofre com algum dos sintomais mencionados acima, agende uma consulta com o seu urologista, principalmente se houver gotejamento após urinar ou perda de urina involuntária.

Com a avaliação adequada, o médico especialista realizará o diagnóstico e recomendará o tratamento mais indicado.

Se desejar tirar dúvidas pontuais sobre o assunto, agende uma teleorientação, pelo nosso site.

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Como tratar a queda de testosterona?

Felizmente, a expectativa da vida tem crescido.

Hoje, vivemos mais.

Mas será que basta viver mais anos?

O ideal mesmo é viver mais e com a manutenção da qualidade de vida. Para isso, o hormônio da testosterona se faz extremamente necessário, uma vez que afeta funções vitais na saúde do homem.

O que é a testosterona?

Trata-se de um hormônio masculino (andrógeno) produzido nos testículos, atuante em diversos sistemas. Ele é responsável por masculinizar o indivíduo, dando a ele características típicas de um homem (voz grossa, aumento de pelos, maturação genital, produção de espermatozoides). Além disso, impacta também no desejo sexual, no crescimento ósseo, no aumento da massa muscular e na redução da gordura corporal.

Diminuição do hormônio: motivos

A queda da testosterona acontece gradativamente após os 40 anos de idade, no homem. Para alguns, esta queda acontece após os 50, 60 ou 70. Não existe um padrão cronológico unânime, como no caso da menopausa.

Nomeado Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino (DAEM), seu diagnóstico pode ser feito analisando os sintomas clínicos ou com a dosagem do hormônio através de exame de sangue.

Quais sintomas evidenciam sua queda

Sinais do DAEM são:

– baixo desejo sexual;

– ereção menos rígida;

– alterações de humor;

– irritabilidade;

– dificuldade de concentração;

– problemas na memória;

– perda da massa muscular e óssea;

– aumento do percentual de gordura corporal.

Tratamento

Após diagnosticar a queda da testosterona, o Urologista poderá prescrever a reposição hormonal. Esta pode ser feita através de injeções intramusculares (aplicações a cada 15 dias) ou por meio de gel tópico.

O paciente que inicia o tratamento deve manter acompanhamento contínuo com seu médico para monitorar exames e possíveis surgimento de efeitos colaterais.

Se você sente sinais sugestivos ao Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino, agende uma consulta com o seu Urologista.

Para agendar com um dos especialistas do Centro Brasileiro de Urologia, clique aqui ou envie um WhatsApp para (11) 94479-6009.

 

A saúde do homem em movimento

A prevenção como remédio

Vários estudos que comparam a saúde do homem à da mulher têm comprovado o fato de que o sexo masculino é mais vulnerável às doenças. Especialmente, quando se referem às patologias graves e crônicas.

Com o intuito de colaborar na redução desses casos e de priorizar os cuidados preventivos, vamos falar hoje sobre a importância da atividade física na saúde do homem.

A atividade física e a saúde do homem

Movimentar o corpo faz parte da natureza humana e traz inúmeros benefícios independente da idade.

Com a prática, você:

– ganha mais saúde e disposição para realizar as tarefas do dia a dia;

– aumenta a eficiência do sistema imunológico, que defende nosso corpo contra doenças;

– controla os níveis de ansiedade e o estresse;

– diminui a gordura corporal e controla o peso;

– reduz a pressão arterial;

– ajuda no controle do diabetes;

– previne e reduz os efeitos de doenças do coração, osteoporose, deficiências respiratórias e problemas circulatórios.

De acordo com a OMS – Organização Mundial da Saúde, para ser fisicamente ativo você precisa, em pelo menos cinco dias da semana, fazer 30 minutos ou mais de atividades físicas moderadas, de forma contínua ou em duas sessões de 15 minutos.

Dicas CBU

Se você quer iniciar um programa de atividade física com saúde, siga essas dicas:

– antes de iniciar qualquer atividade física, realize uma avaliação médica e verifique se você está apto à prática;

– procure uma atividade que proporcione prazer e bem-estar;

– convide alguém para acompanhar sua atividade física;

– utilize roupas leves que auxiliam na transpiração e calçados adequados para a atividade física escolhida;

– faça exercícios de alongamento e flexibilidade antes e após os treinos: isso é importante para evitar encurtamentos musculares e problemas nas articulações;

– aumente gradualmente a duração e o ritmo da atividade física porque realizar uma atividade mais intensa do que o seu limite pode ser perigoso;

– alimente-se de 30 a 40 minutos antes dos treinos e, em até uma hora após;

– hidrate seu corpo! Devem ser consumidos entre 300 e 500 ml de água até 30 minutos antes da atividade e mais 200 ml a cada 30 minutos;

– tenha um objetivo e estabeleça metas;

– seja confiante, tenha um objetivo claro e preencha um plano de metas. Quando começar a ver os resultados você dificilmente irá interromper.

Ao seguir essas orientações, você perceberá um aumento na disposição, além de melhorar a qualidade do sono e do funcionamento do organismo como um todo.

Lembre-se: uma vida saudável depende do bem-estar físico, mental e social, assim como da harmonia dessas áreas.

Se deseja tirar dúvidas pontuais sobre a saúde do homem, agende uma teleorientação, pelo nosso site, clicando aqui!

O impacto da sua alimentação na formação dos cálculos renais

Os cálculos renais, também conhecidos como pedras nos rins, são massas duras, formadas nos rins, em um processo chamado LITÍASE RENAL.

Entenda em detalhes os tipos de cálculos e como se formam, clicando aqui!

Por que os cálculos renais são tão temidos?

A calculose renal e ureteral (quando as pedras estão no ureter) pode provocar fortes dores na lombar, e nas costas. A dor é intensa e costuma irradiar para o abdômen em direção à virilha.

Em casos extremos de dor, o paciente pode sentir náusea, sudorese, vômito e até febre.

O impacto da alimentação na formação de cálculos renais

Sim, a sua alimentação impacta na saúde de todos os órgãos do seu corpo. Inclusive, pode estimular a formação de cálculos renais.

Além da alimentação, fique atendo à doenças relacionadas!

Indivíduos com obesidade, diabetes e pressão alta, juntamente com os altos níveis de triglicerídeos e colesterol ruim, bem como, a resistência insulínica, tendem a formar mais cálculos.

O tratamento dos cálculos renais

– Estilo de Vida e Dieta

Mudanças no estilo de vida e na dieta fazem parte do tratamento do paciente que tem ou teve pedras nos rins. 

Dietas ricas em frutas, vegetais sem oxalato, grãos integrais, baixo teor de gorduras ruins, carnes magras, nuts e alimentos com cálcio (sim, é mito a história do leite) devem ser adotadas. E, claro, alta ingestão de água!

E o que deve ser evitado? Alimentos ricos em oxalato e sódio:  sal, de proteínas (principalmente carnes gordas), tomate,  espinafre, cacau, nozes, pimenta e chá.

– Remoção dos Cálculos

A observação é indicada para pacientes pouco sintomáticos e com cálculos muito pequenos em pacientes que costumam eliminar cálculos renais.

 Mas independente do tamanho do cálculo se você tiver dor intensa, infecção de urina ou piora da função renal o procedimento para a remoção do calculo é a melhor opção.

Em caso de sintomas moderados, agende uma consulta imediata com o seu Urologista. E, nos casos de dor forte, procure um Pronto Socorro.

A dor intensa da cólica renal ocorre devido à obstrução ureteral pelo cálculo e com a produção de urina pelo rim ocorre a dilatação da via urinária e é esta dilatação que causa muita dor!

O que fazer em caso de cólica renal?

Procure o pronto socorro sempre! A cólica renal é uma dor muito forte e apenas a analgesia pode não ser suficiente pois em alguns casos a dor só melhora após a redução da dilatação.

O que eu posso fazer até chegar ao pronto socorro?

– Reduzir o consumo de líquidos!!!!   Quanto mais líquidos o paciente beber, mais urina ele produzirá e maior será a dilatação, aumentando a dor!

– Manter o jejum (não comer nem beber);

– Compressa quente na região lombar do lado da dor;

Medicamentos indicados pelo urologista como anti-inflamatórios e analgésicos (a escolha do anti-inflamatório e do analgésico vai depender de uma avaliação médica pois para cada paciente existe um medicamento indicado).

A nossa equipe conta com Cirurgiões-Urologistas e Médico Nefrologista, prontos para atendê-los em ambiente clínico e ou dentro do Hospital Santa Paula. 

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Fatores que afetam a fertilidade do homem

Investigar a fertilidade do homem é simples e pode fazer parte do check up!

Todo homem que sonha em ser pai já se perguntou, mesmo que em silêncio, nas profundezas de seus pensamentos: “Será que sou fértil? Poderei mesmo ser pai?” A preocupação  em relação à fertilidade  é muito comum e deve ser dividida com o seu Urologista.

O exame de espermograma

Neste exame, o homem, através da masturbação, reserva parte do sêmen ejaculado para análise laboratorial. O procedimento pode ser feito em laboratórios selecionados. Através de seu resultado poderá avaliar: as condições físicas do sêmen (volume, viscosidade, liquefação, coloração e pH), a concentração de espermatozoides, a motilidade e a vitalidade dos gametas.

Fatores que podem prejudicar a fertilidade do homem

Adotar um estilo de vida saudável e frequentar rotineiramente o seu Urologista podem ser um excelente inícios aos cuidados pessoais.

Confira alguns dos vilões e procure afastá-los de seus hábitos!

– Sobrepeso: A gordura abdominal pode afetar na temperatura interna no seu corpo, inclusive dos testículos, afetando consequentemente a qualidade do sêmen.

– Idade: não é só a mulher que precisa ter esta preocupação. A partir dos 50 anos, a qualidade e a quantidade de espermatozoides são afetadas. Planejamento familiar é importante!

– Anabolizantes: extremamente perigosos e indesejados. Dependendo da substância pode deixar o paciente até estéril.

– Tabaco e Álcool: ambas as drogas possuem componentes químicos prejudiciais à saúde dos testículos.

– Traumas: colisões fortes, como por exemplo a provocada por acidentes, podem romper os tecidos que recobrem os testículos e prejudicar a fertilidade masculina.

– Varicocele: conhecida também como varizes nos testículos, esta é a principal causa de infertilidade tratável no homem. Alguns casos podem ser hereditários. O tratamento vai desde o acompanhamento anual do paciente até a intervenção cirúrgica.

Se você se preocupa com o assunto da fertilidade, compartilhe sua angústia com um Urologista de sua confiança. Hoje, já existem tratamentos simples e eficazes para a infertilidade do casal.

Para agendar uma consulta presencial ou on-line com um dos especialistas do Centro Brasileiro de Urologia, envie um WhatsApp para (11) 94479-6009 ou clique aqui

 

SER PAI APÓS OS 40!

Com o passar dos anos, a sociedade mudou. O número de divórcios aumentou significativamente neste novo contexto de relacionamento. E junto com o divórcio, surgiram as novas relações amorosas, e muitas vezes, a vontade de ser pai novamente.

Posso ser pai após os 40 anos?

SIM, mas é importante saber que a idade também afeta na fertilidade do homem. A partir dos 40 anos, a produção de testosterona diminui gradativamente ano a ano. Além disso, o conteúdo ejaculado também é reduzido, além da motilidade (capacidade de locomoção) dos espermatozóides.

E posso ser pai novamente, se já fiz VASECTOMIA?

Neste caso, você pode recorrer a cirurgia de reversão da vasectomia. Na reversão, os canais deferentes são religados para que retorne a passagem de espermatozoides para o conteúdo ejaculado.

A cirurgia de reversão de vasectomia demonstra excelentes resultados, mas a taxa de sucesso não é de 100% no universo masculino.

Quais fatores impactam no resultado da reversão de vasectomia?

– Experiência do Cirurgião-Urologista: é uma cirurgia meticulosa, detalhista e realizada com o apoio de microscópios;

– Tempo de realização da Vasectomia: melhores resultados em homens que a realizaram em até 15 anos;

O exame de espermograma é realizado após 30 dias da cirurgia, validando o sucesso. Após espermograma positivo, o homem poderá ter quantos filhos desejar.

Onde fazer?

Esta cirurgia pode ser feita por convênio ou particular, em hospitais e clínicas médicas com estrutura de centro cirúrgico.

Aqui no CBU, realizamos esta cirurgia em média de 2 a 3 horas, com anestesia local ou sedação. Temos salas específicas para a cirurgia e recuperação anestésica, infra-estrutura aprovada pela COVISA.

Além da cirurgia de reversão de vasectomia, o casal também poderá recorrer a inseminação artificial, se assim preferir.

Por ser um procedimento mais em conta, a reversão de vasectomia é bastante considerada por homens que desejam ser pai novamente.

Consulte seu Urologista.

Agende uma consulta com um dos Urologistas do CBU! Ligue para 3046-3690 ou clique aqui e faça o agendamento online.

 

 

Sangue no esperma – O que fazer?

Um dos sintomas que mais assusta o homem é o aparecimento de sangue no esperma. Essa queixa atinge homens das mais variadas faixas etárias e a grande maioria deles procura o médico rapidamente porque sempre relaciona a presença de sangue no esperma com doenças muito graves.

Causas do sangue no esperma

As causas mais frequentes de sangue no esperma são pequenas pancadas ou inflamações no sistema reprodutor masculino. Porém, o sangramento também pode surgir devido a exames médicos, como a biópsia da próstata ou problemas mais graves, como doenças sexualmente transmissíveis ou câncer, por exemplo.

Hipertensão arterial, doenças crônicas do fígado e uso de medicações anticoagulantes como um simples AAS infantil diariamente podem também ser responsáveis pelo sangramento no esperma.

Mas é preciso salientar que a maior parte dos casos não está relacionada a tumores ou patologias que necessitam de operações.

Considerando a ordem de importância, a hipertensão arterial e as inflamações da próstata costumam ser as duas principais causas do sangramento no esperma.

Embora a presença de câncer não seja uma causa frequeente de sangramento, sempre devemos pesquisar, principalmente após os 40 anos de idade.

Quando uma avaliação médica é necessária

Confira, a seguir, os sinais de alerta:

– Sangramento com duração superior a um mês;

– Um tumor que pode ser sentido no escroto;

– Viagem a uma região onde a esquistossomose é prevalente.

Homens que têm sinais de alerta devem consultar um médico.

Os homens que não têm sinais de alerta e têm menos de 35 anos não precisam de urgência, a menos que tenham outros sintomas, como dor no escroto, na virilha ou dor durante a micção.

Os homens que não têm sinais de alerta e tiverem mais de 35 anos devem consultar um médico.

O que o médico faz?

Primeiramente, o médico faz perguntas sobre os sintomas do homem e o histórico médico.

Em seguida, realiza um exame físico. O que ele identifica no histórico e exame físico frequentemente sugere uma causa para o sangue no esperma e os exames que podem ser necessários.

O que o médico pergunta?

  1. Quando notou o sangue pela primeira vez?
  2. Você fez recentemente uma biópsia da glândula prostática?
  3. Apresenta algum sintoma que possa sugerir uma infeção do trato urinário (por exemplo, sangue na urina, dificuldade em iniciar ou interromper o fluxo de urina, queimação durante a micção ou uma secreção do pênis)?
  4. Você tem tendência a sangrar excessivamente ou um distúrbio que cause sangramento?
  5. Você tem um distúrbio na próstata (por exemplo, hiperplasia prostática benigna)?

O objetivo do médico é diferenciar um sangramento benigno de uma possível doença mais grave.

Tratamento

O tratamento é direcionado para a causa, se conhecida. Frequentemente, não é necessário nenhum tratamento e o sangue some por si mesmo.

Se desejar tirar dúvidas pontuais sobre sangue no esperma, agende uma teleorientação, pelo nosso site clicando aqui!