O HPV e as verrugas genitais

O papiloma vírus humano, mais conhecido como HPV, é uma infecção sexualmente transmissível que, muitas vezes não causa sintomas, mas pode provocar verrugas genitais em homens e mulheres. Essas verrugas podem aparecer na vagina, na vulva, no colo do útero e no pênis.

 

Existem mais de 150 tipos de HPV, mas são 12 os tipos de maior risco por estarem relacionados ao desenvolvimento do câncer de colo do útero, vagina, vulva, pênis e ânus.

 

Como ocorre a transmissão?

 

O principal fator de transmissão é o contato com a mucosa ou pele de uma pessoa contaminada, o que ocorre através do contato sexual. Mas não necessariamente apenas por meio da penetração, pois pode acontecer quando há contato das mãos com o genital, da boca com o genital ou do genital com o genital.

 

Quais os sintomas do HPV?

 

Cada paciente manifesta os sintomas de uma maneira. Em algumas pessoas o HPV não apresenta sintomas e o organismo elimina o vírus sozinho. Entretanto, algumas pessoas podem apresentar sinais como verrugas genitais e lesões que, com o correr dos anos, alguns tipos específicos de HPV podem evoluir  para um câncer.

 

As verrugas podem ou não ser vistas a olho nu. No caso de lesões muito pequenas, é preciso utilizar lentes de aumento para visualização.

 

O surgimento das verrugas ou lesões pode acontecer após alguns meses e, em alguns casos, pode demorar até anos para se manifestar.

 

Diagnóstico

 

Geralmente, o HPV é descoberto em algum exame de rotina urológico ou ginecológico.

 

Quando o médico encontrada alguma lesão, ele indica a biópsia para análise do tecido e DNA do vírus causador da lesão.

 

Quais as possibilidades de tratamento?

 

De acordo com o tipo de manifestação do HPV, os tratamentos mais comuns são:

 

– Creme: lesões pequenas e em pequena quantidade. As mais extremas são tratadas com cremes e ácidos.

 

– Cauterização: a retirada da verruga pode ser feita através de cauterização a laser. Mas também pode ser realizada através de crioterapia e radiofrequência.

 

Saiba como se prevenir do HPV

 

Existe uma vacina específica para prevenção do HPV. Essa vacina está disponível em clínicas particulares ou em unidades de atendimento do SUS.

 

Outra forma eficiente para se prevenir é utilizar preservativo! Isso porque, como explicamos anteriormente, na maioria dos casos, a transmissão acontece por meio das relações sexuais.

 

DICA CBU: Faça um acompanhamento periódico com o seu médico, pois a possibilidade do diagnóstico precoce faz da lesão ser altamente tratável.

Para agendar uma consulta com um dos urologistas do CBU, ligue para 3046-3690 ou clique aqui e faça o agendamento on-line.

Infecção urinária: 6 mitos e verdades!

A infecção urinária é causada, normalmente, pelas bactérias do trato urinário, principalmente por germes que vêm do intestino. Mas quando essa infecção acomete a bexiga chamamos de cistite e quando afeta os rins é pielonefrite.

Para prevenir a infecção de urina, ter hábitos de vida saudáveis, boa higiene e beber muito líquido são fortes aliados. 

Muitas vezes, essa infecção passa despercebida e o corpo consegue combater sozinho. No entanto, quando surgem sintomas como ardor e dor ao urinar, deve-se procurar o médico e iniciar o tratamento imediatamente.

Confira, abaixo alguns mitos e verdades sobre a infecção urinária:

1. Urinar depois de ter relação sexual é saudável – VERDADE

Durante o sexo, o corpo entra em contato com várias bactérias. Como consequência, elas podem entrar no canal urinário masculino e feminino. E, pela urina, o organismo remove as possíveis bactérias que se acumulam durante a relação.

2. Ardor ao urinar sempre indica infecção urinária – MITO

Segundo estudos, apenas 20% dos motivos de dor e ardor estão relacionados à infecção urinária. Esse sintoma pode estar relacionado a infecções ginecológicas, irritações ou traumatismo local.

3. Segurar urina faz mal – VERDADE

Reter urina favorece a proliferação das bactérias da flora local, podendo causar infecção.

4. Cafeína e álcool não influenciam na contaminação – MITO

O consumo desses itens ajuda a enfraquecer o sistema imunológico e faz com que a defesa do organismo esteja mais suscetível a infecções.

5. Usar roupa de banho molhada por muito tempo favorece o surgimento da infecção urinária – VERDADE

Peças molhadas, como biquíni e bermudas, aumentam as chances de contaminação. E isso acontece por conta da proliferação das bactérias agressoras que é facilitada no trato urinário.

6. Calça apertada causa infecção urinária – MITO

O problema não é se a roupa é justa ao corpo, mas sim o quanto elas favorecem a transpiração ou não. Tecidos de algodão proporcionam a respiração das partes íntimas e favorecem a ventilação ideal.

Se você possui qualquer um dos sintomas mencionados acima, procure um médico Urologista.

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Mitos e verdades sobre a incontinência urinária

A incontinência urinária é um problema mais comum do que imaginamos

Nada melhor que desmitificar os preconceitos por trás de um quadro tão recorrente. Para que a incontinência urinária seja encarada com naturalidade é preciso informação.

Confira, a seguir, dados interessantes:

  1. Somente pessoas idosas tem incontinência urinária.

R: MITO. Muitas pessoas pensam que a incontinência urinária somente surge em pessoas idosas, inerente ao envelhecimento. Isto não é verdade! Existem diversos fatores de risco relacionados ao problema, tais como a gestação, o parto, a menopausa, complicação na próstata, doenças como o diabetes e o AVC (acidente vascular cerebral) e até mesmo a obesidade.  Alguns dos fatores mencionados acima alteram a fisiologia da bexiga e outros, a parte neurológica do indivíduo. Portanto, é fundamental buscar ajuda médica para investigar as causas e adotar uma conduta eficaz no tratamento.

  1. Perder urina é normal!

R: MITO. Não é normal, mas não deve ser motivo de vergonha ou preocupação exagerada. Busque um Urologista para o diagnóstico preciso. 

  1. É um problema mais comum em mulheres.

R: VERDADE. A incontinência urinária é caracterizada pela perda involuntária de urina. Esta condição é mais comum no sexo feminino, principalmente após os 40 anos de idade. A queixa de perda de urina pode demorar para ser relatada pelo paciente, pois passam meses e anos achando que a condição é normal.

  1. Existe mais de um tipo de incontinência?

R: VERDADE.

INCONTINÊNCIA URINÁRIA DE ESFORÇO:

Perda de urina ao tossir, espirrar, ou realizar qualquer outro esforço, como por exemplo a prática de atividade física. No caso deste tipo de incontinência, os principais fatores de risco são: ter muitos filhos, obesidade, tosse crônica e ter passado por cirurgias ginecológicas ou neurológicas previamente.

INCONTINÊNCIA URINÁRIA DE URGÊNCIA:

Vontade repentina de urinar, fazendo com que o indivíduo se direcione ao banheiro com urgência, provocando certos escapes de urina. 

  1. O tratamento é sempre cirúrgico.

R: MITO. Os tratamentos não cirúrgicos são os mais comuns e podem trazer ótimos resultados aos pacientes. São eles:

– Fisioterapia Pélvica: trata o controle da musculatura pélvica, promovendo fortalecimento da região e consciência corporal ao paciente;

– Laser: este tratamento é indicado em alguns casos de incontinência urinária feminina. Trata-se de um laser intra-vaginal que promove estímulo de colágeno interno;

– Tratamento farmacológico: para a incontinência urinária de urgência, este método costuma ser bastante eficiente.

  1. Cirurgia de Sling é o método cirúrgico mais utilizado?

R: VERDADE. A cirurgia de Sling, em que se coloca um suporte para restabelecer e reforçar os ligamentos que sustentam a uretra e promover seu fechamento durante o esforço, é a técnica mais utilizada atualmente.

Assista um vídeo para entender como é feito o procedimento: https://www.youtube.com/watch?v=FDOobUfPZvU

Se você possui escape de urina, procure um médico Urologista. Você pode tratar esta condição e ganhar mais qualidade de vida.

Para agendar uma consulta com um dos especialistas do CBU ligue para 3046-3690 ou clique aqui e faça o agendamento online.

 

Hidronefrose – o que é e quais os riscos?

 

A hidronefrose é a dilatação do rim. Isso acontece quando a urina não consegue passar até à bexiga e, por isso, se acumula dentro do rim.

Quando isso acontece, o rim não consegue funcionar normalmente, Dessa forma, sua função vai diminuindo, podendo existir risco de desenvolver uma insuficiência renal.

Geralmente, a hidronefrose surge como complicação de outra doença como pedra nos rins ou tumor nas vias urinárias.

A recomendação é consultar o nefrologista ou o clínico geral. Esse profissional vai identificar a causa do problema e iniciar o tratamento adequado, com o objetivo de evitar sequelas mais graves.

Conheça os sintomas

Os sintomas principais da hidronefrose estão relacionados a dores no abdome, flanco e lombar.

As dores são mais intensas na forma aguda da doença e podem vir acompanhadas de vômitos, mal estar, prostração e até febre, nos casos inflamatórios e infecciosos.

Além disso, pessoas com hidronefrose também possuem maior risco de desenvolver infecções urinárias. Estas, por sua vez, são acompanhadas de outros sintomas como queimação ao urinar, urina turva, dor nas costas e arrepios, por exemplo.

O que fazer ao perceber os sintomas?

Sempre que existir suspeita de algum problema urinário, é importante ir ao ginecologista, nefrologista ou urologista para fazer exames de diagnóstico, como ultrassom, teste de urina ou exame de sangue, para identificar uma possível causa e iniciar o tratamento adequado.

Como tratar a hidronefrose?

O tratamento para hidronefrose consiste em retirar a urina acumulada e eliminar a causa da doença, para que a urina possa fluir livremente até à bexiga e sair do rim, diminuindo o inchaço.

Sendo assim, o tratamento pode variar de acordo com a causa da hidronefrose:

– Pedra nos rins: o médico pode recomendar fazer terapia com ultrassom ou cirurgia para retirar a pedra, de acordo com o tamanho;

– Aumento da próstata no homem: pode ser feito o tratamento prostático para aliviar a pressão causada pela próstata e permitir o fluxo de urina;

– Infecções urinárias: podem ser tratadas apenas com o uso de um antibiótico;

– Já no caso de tumores, pode ser necessário fazer cirurgia para remover a massa, além de ser necessário fazer tratamento com quimio ou radioterapia, por exemplo.

Normalmente, o rim recupera em cerca de 6 semanas após o início do tratamento, não existindo risco de novas lesões no órgão além das que já surgiram até o momento em que o tratamento foi iniciado. 

Alerta dos médicos

Quando a hidronefrose não é tratada adequadamente, o inchaço do rim vai provocando pequenos danos que dificultam o funcionamento do órgão.

Como consequência, ao longo do tempo, podem surgir desequilíbrios de minerais importantes do corpo, assim como infecções graves nos rins e um elevado risco de desenvolver insuficiência renal.

Se desejar tirar dúvidas pontuais sobre a hidronefrose, agende uma teleorientação, pelo nosso site. Ou se preferir, solicite uma consulta com os urologistas do CBU.

Informações de contato, acesse aqui!

 

Bexiga Neurogênica

A bexiga neurogênica é a incapacidade de controlar o ato de urinar devido a uma disfunção na bexiga ou esfíncter urinário.

Essa disfunção pode ter diversas causas, que incluem desde alterações nos nervos até situações que irritam a região, como alterações hormonais, inflamações na bexiga ou infecções.

Qualquer condição que interrompa a função da bexiga ou a sinalização neurológica aferente e eferente provoca bexiga neurogênica.

Quais as causas da bexiga neurogênica?

As causas podem afetar o sistema nervoso central, os nervos periféricos, ou ambos.

A obstrução do colo vesical devido à hiperplasia prostática benigna, câncer de próstata, estenose uretral, por exemplo, muitas vezes acontece de forma simultânea e pode agravar os sintomas.

Nos homens, a próstata aumentada pode simular muitos sintomas de bexiga neurogênica, sendo uma importante causa reversível de alteração da função dos músculos urinários.

Do que os pacientes reclamam?

A maior queixa dos pacientes com bexiga neurogênica é referente ao esvaziamento incompleto da bexiga, perda de pouca ou grande quantidade de urina e de necessitar de muitas idas ao banheiro.

Isso acaba atrapalhando da vida da pessoa, pois ela não consegue completar uma tarefa sem parar constantemente.

Tipos de Bexiga Neurogênica

A bexiga neurogênica pode ser:

– Hipoativa: quando os músculos não conseguem contrair no momento adequado;

– Hiperativa: quando existe contração excessiva dos músculos e perda involuntária da urina.

Principais sintomas

1) Bexiga Hipoativa ou bexiga flácida – neste caso a bexiga não é capaz de se contrair voluntariamente ou o esfincter não é capaz de relaxar. Isso provoca o armazenamento de urina, sem a capacidade de eliminá-la de forma adequada.

Sintomas: sensação de que bexiga não esvaziou completamente após urinar, gotejamento após urinar ou perda de urina involuntária. Isto aumenta as chances de haver infecção urinária e prejuízo na função dos rins. Por isso, o tratamento deve ser iniciado o mais rápido possível.

2) Bexiga Hiperativa – também é conhecida como bexiga espástica ou bexiga nervosa, pois a bexiga se contrai de forma involuntária, havendo assim a perda de urina de forma inesperada e em momentos inapropriados.

Sintomas: incontinência urinária, vontade de urinar frequente e em pouca quantidade, dor ou ardência na região da bexiga, perda do controle da capacidade de urinar.

O diagnóstico

Para diagnosticar a bexiga neurogênica, o urologista irá avaliar a história clínica da pessoa, com detalhamento dos sintomas, e o exame físico.

Além disso, o especialista solicita exames que conseguem observar o funcionamento do trato urinário. São eles: ultrassonografia, radiografia com contraste, uretrocistografia e exame urodinâmico, que avalia a contração dos músculos urinários no momento da micção.

Como é feito o tratamento

A partir do tipo de bexiga, o médico poderá definir entre as opções de tratamento, que incluem o uso de remédios, aplicação de toxina botulínica, além de fisioterapia, uso de sonda vesical ou realização de cirurgia.

Os pacientes devem beber líquidos em grande quantidade e limitar a dieta para evitar o desenvolvimento de cálculos. Algumas vezes os medicamentos dados para tratar a incontinência de urgência podem ser úteis.

Se você sofre com algum dos sintomais mencionados acima, agende uma consulta com o seu urologista, principalmente se houver gotejamento após urinar ou perda de urina involuntária.

Com a avaliação adequada, o médico especialista realizará o diagnóstico e recomendará o tratamento mais indicado.

Se desejar tirar dúvidas pontuais sobre o assunto, agende uma teleorientação, pelo nosso site.

Informações de contato, acesse aqui!

 

 

Fatores que afetam a fertilidade do homem

Investigar a fertilidade do homem é simples e pode fazer parte do check up!

Todo homem que sonha em ser pai já se perguntou, mesmo que em silêncio, nas profundezas de seus pensamentos: “Será que sou fértil? Poderei mesmo ser pai?” A preocupação  em relação à fertilidade  é muito comum e deve ser dividida com o seu Urologista.

O exame de espermograma

Neste exame, o homem, através da masturbação, reserva parte do sêmen ejaculado para análise laboratorial. O procedimento pode ser feito em laboratórios selecionados. Através de seu resultado poderá avaliar: as condições físicas do sêmen (volume, viscosidade, liquefação, coloração e pH), a concentração de espermatozoides, a motilidade e a vitalidade dos gametas.

Fatores que podem prejudicar a fertilidade do homem

Adotar um estilo de vida saudável e frequentar rotineiramente o seu Urologista podem ser um excelente inícios aos cuidados pessoais.

Confira alguns dos vilões e procure afastá-los de seus hábitos!

– Sobrepeso: A gordura abdominal pode afetar na temperatura interna no seu corpo, inclusive dos testículos, afetando consequentemente a qualidade do sêmen.

– Idade: não é só a mulher que precisa ter esta preocupação. A partir dos 50 anos, a qualidade e a quantidade de espermatozoides são afetadas. Planejamento familiar é importante!

– Anabolizantes: extremamente perigosos e indesejados. Dependendo da substância pode deixar o paciente até estéril.

– Tabaco e Álcool: ambas as drogas possuem componentes químicos prejudiciais à saúde dos testículos.

– Traumas: colisões fortes, como por exemplo a provocada por acidentes, podem romper os tecidos que recobrem os testículos e prejudicar a fertilidade masculina.

– Varicocele: conhecida também como varizes nos testículos, esta é a principal causa de infertilidade tratável no homem. Alguns casos podem ser hereditários. O tratamento vai desde o acompanhamento anual do paciente até a intervenção cirúrgica.

Se você se preocupa com o assunto da fertilidade, compartilhe sua angústia com um Urologista de sua confiança. Hoje, já existem tratamentos simples e eficazes para a infertilidade do casal.

Para agendar uma consulta presencial ou on-line com um dos especialistas do Centro Brasileiro de Urologia, envie um WhatsApp para (11) 94479-6009 ou clique aqui

 

Sangue no esperma – O que fazer?

Um dos sintomas que mais assusta o homem é o aparecimento de sangue no esperma. Essa queixa atinge homens das mais variadas faixas etárias e a grande maioria deles procura o médico rapidamente porque sempre relaciona a presença de sangue no esperma com doenças muito graves.

Causas do sangue no esperma

As causas mais frequentes de sangue no esperma são pequenas pancadas ou inflamações no sistema reprodutor masculino. Porém, o sangramento também pode surgir devido a exames médicos, como a biópsia da próstata ou problemas mais graves, como doenças sexualmente transmissíveis ou câncer, por exemplo.

Hipertensão arterial, doenças crônicas do fígado e uso de medicações anticoagulantes como um simples AAS infantil diariamente podem também ser responsáveis pelo sangramento no esperma.

Mas é preciso salientar que a maior parte dos casos não está relacionada a tumores ou patologias que necessitam de operações.

Considerando a ordem de importância, a hipertensão arterial e as inflamações da próstata costumam ser as duas principais causas do sangramento no esperma.

Embora a presença de câncer não seja uma causa frequeente de sangramento, sempre devemos pesquisar, principalmente após os 40 anos de idade.

Quando uma avaliação médica é necessária

Confira, a seguir, os sinais de alerta:

– Sangramento com duração superior a um mês;

– Um tumor que pode ser sentido no escroto;

– Viagem a uma região onde a esquistossomose é prevalente.

Homens que têm sinais de alerta devem consultar um médico.

Os homens que não têm sinais de alerta e têm menos de 35 anos não precisam de urgência, a menos que tenham outros sintomas, como dor no escroto, na virilha ou dor durante a micção.

Os homens que não têm sinais de alerta e tiverem mais de 35 anos devem consultar um médico.

O que o médico faz?

Primeiramente, o médico faz perguntas sobre os sintomas do homem e o histórico médico.

Em seguida, realiza um exame físico. O que ele identifica no histórico e exame físico frequentemente sugere uma causa para o sangue no esperma e os exames que podem ser necessários.

O que o médico pergunta?

  1. Quando notou o sangue pela primeira vez?
  2. Você fez recentemente uma biópsia da glândula prostática?
  3. Apresenta algum sintoma que possa sugerir uma infeção do trato urinário (por exemplo, sangue na urina, dificuldade em iniciar ou interromper o fluxo de urina, queimação durante a micção ou uma secreção do pênis)?
  4. Você tem tendência a sangrar excessivamente ou um distúrbio que cause sangramento?
  5. Você tem um distúrbio na próstata (por exemplo, hiperplasia prostática benigna)?

O objetivo do médico é diferenciar um sangramento benigno de uma possível doença mais grave.

Tratamento

O tratamento é direcionado para a causa, se conhecida. Frequentemente, não é necessário nenhum tratamento e o sangue some por si mesmo.

Se desejar tirar dúvidas pontuais sobre sangue no esperma, agende uma teleorientação, pelo nosso site clicando aqui!

 

Urologista – o aliado da sua saúde!

O principal foco de atuação e cuidado do urologista é o trato geniturinário, que engloba não apenas o pênis e os testículos, mas também rins, ureteres, bexiga, próstata e vesículas seminais.

O envelhecimento humano, por mais saudável que seja, passa por uma série de eventos que podem afetar a qualidade de vida, principalmente os referentes à saúde do homem.

Podemos citar cálculos urinários, infecções urinárias de repetição, disfunções sexuais e do desenvolvimento genital, incontinências urinárias e alguns tipos de tumores relacionados ao trato urinário e que se apresentam ao longo de todas as etapas da vida.

Elas são diagnosticadas, tratadas e acompanhadas pelo urologista. No entanto, os homens hesitam em procurá-lo por medo, desconhecimento e até preconceito.

Por que visitar o urologista?

Conheça os problemas e desconfortos diários que podem ser resolvidos com a ajuda dessa especialidade médica.

  • Doenças da próstata;
  • Doenças sexualmente transmissíveis (DSTs);
  • Infecção urinária;
  • Sangue na urina: hematúria;
  • Cálculo renal;
  • Disfunção erétil (disfunções sexuais)

E outras!

Doenças da próstata

A Hiperplasia Prostática Benigna é uma delas e se caracterizada pelo aumento benigno da próstata. É uma doença extremamente comum e guarda relação íntima com o envelhecimento, de tal maneira que, por volta dos 80 anos, cerca de 90% dos homens podem ser acometidos por ela.

As DSTs

O desconhecimento e a falta do hábito da prevenção são os maiores aliados dessas doenças, que podem, em sua maioria, ser evitadas com medidas simples, como usar preservativo em todas as relações sexuais.

Infecções urinárias

Hábitos simples, como ingerir um volume de água razoável no dia a dia, evitar segurar a urina por longos períodos, urinar após a relação sexual e manter uma higiene genital adequada são fatores decisivos para tentar diminuir o aparecimento e a recorrência das infecções urinárias.

Hematúria

Existem diversos motivos que levam o paciente a urinar sangue, quer seja sangue vivo, com coágulos, de maneira intermitente, constante, só no início da micção ou durante toda ela. Tudo isso deve ser relatado ao urologista, que levará essas informações em conta ao diagnosticar a causa desse sangramento.

Cálculo renal

Para prevenir a formação de cálculos aumente a ingestão de água. Além disso, é recomendável moderar o consumo de sal e proteína animal e ingerir suco de limão com frequência.

Disfunção erétil

A manutenção da qualidade de saúde e de vida é de fundamental importância para evitar a disfunção erétil. O controle do sedentarismo, obesidade, colesterol, estresse, hipertensão arterial e do diabetes são imprescindíveis.

Para manter sua saúde em ordem, consulte sempre um Urologista!

Agende uma consulta com um dos especialistas do CBU ligando para (11) 3046-3690 ou clique aqui e faça o agendamento online.

Problemas de ereção?

 

A disfunção erétil é caracterizada pela dificuldade de ereção repetitiva, crônica e impede a vida sexual do indivíduo.

Esta condição é tratada como um tabu pela maioria dos homens. Sendo que, muitos deles passam anos com o problema e, por vergonha, não procuram ajuda especializada.

O problema de ereção não é do homem e sim do casal

Qualquer problema que afete a vida sexual do casal deve ser resolvido pelos dois, com muita parceria e apoio. Seja uma doença sexualmente transmissível, baixa libido, pouca excitação ou problemas de ereção. O fator psicológico impacta bastante no tratamento, então deve haver diálogo e cumplicidade entre o casal.

Causas orgânicas e causas psicológicas

A grande maioria dos problemas de ereção tem causa psicológica. Depressão, estresse, autoestima baixa, insegurança e medo são os mais comuns. E esses casos são ainda mais comuns em pacientes jovens.

As causas orgânicas são aquelas que representam problemas fisiológicos no paciente. Diabetes, deficiência hormonal, problemas nefrológicos, cardiológicos e arteriosclerose são alguns exemplos. Um dos sinais dado pelo corpo do homem, no caso de causa orgânica, é a ausência da ereção involuntária noturna.

Tratamentos

Os tratamentos variam de acordo com a causa dos problemas de ereção. Problemas psicológicos podem ser resolvidos com ajuda de terapeutas que irão investigar os motivos do sintoma.

Já os tratamentos medicamentosos, para as causas orgânicas, podem variar desde medicações orais, como o famoso Viagra®, até mesmo injeções locais e próteses penianas.

Não sofra em silêncio

A mensagem mais importante que desejamos deixar a todos vocês é busque ajuda médica. Consulte o seu Urologista.

Você não precisa sofrer meses e até anos com algo que é tão comum e que TEM TRATAMENTO!

No caso de sintomas, consulte imediatamente um médico Urologista e tire todas as suas dúvidas.

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Dor nos testículos. O que pode ser?

 

A dor nos testículos é considerada um dos principais sintomas que fazem com que o homem marque consulta com o Urologista.

Geralmente, não representa maiores problemas. Porém, ainda assim, é importante que se investigue, eliminando a suspeita de doenças mais graves.

Perceber os sinais do seu corpo é fundamental para estar com a saúde em dia.

Principais causas da dor nos testículos:

A dor testicular pode ocorrer devido à problemas do próprio órgão ou também por irradiação de outro local, como é o caso de infecções urinárias masculinas ou crises de cálculo renal.

Os casos mais graves da dor ocorrem quando existem sintomas associados, como febre e inchaço local.

Confira, a seguir, os principais:

VARICOCELE

A varicocele é a dilatação anormal das veias do plexo pampiniforme testicular, conhecida popularmente como varizes dos testículos. O principal sintoma associado à condição é a dor nos testículos acompanhada de sensação de peso na bolsa escrotal.

A maioria dos casos ocorre no testículo esquerdo, mas pode ser bilateral também. A varicocele é importantíssima de ser diagnosticada e é a principal causa tratável da infertilidade do homem.

Saiba mais sobre esta doença clicando aqui.

TORÇÃO DO TESTÍCULO

A torção do testículo é mais comum entre adolescentes de 12 a 18 anos, embora também possa ocorrer em indivíduos de outras idades. O sintoma da torção é dor repentina e de forte intensidade podendo inclusive irradiar para virilha e abdômen.

No caso de sintomas, recomenda-se buscar ajuda médica imediata para realização de exames físicos e exames de imagem.

E atenção: o tempo do diagnóstico é crucial para que o testículo afetado seja recuperado.

TRAUMA TESTICULAR

Traumas ocasionados por acidentes, agressões ou chutes. Dependendo da intensidade da batida, pode ser necessária reparação cirúrgica.

EPIDIMITE

A inflamação do epidídimo, órgão que armazena os espermatozoides, colado nos testículos, pode ser bastante desconfortável. Além da dor, a região pode ficar quente, vermelha e com aumento de volume. Pode ser provocada por vírus e bactérias, geralmente contraídas na relação sexual.

ORQUITE

Inflamação dos testículos devido à infecções virais ou bacterianas. A mais conhecida delas é a caxumba. Nestes casos de inflamação, como na orquite ou epidimite, é bastante comum que o paciente tenha febre alta associada.

OUTRAS CAUSAS

A dor nos testículos também pode estar associada a:

– relação sexual com forte excitação;

– hérnia inguinal;

– pedra nos rins;

– doenças osteomusculares (ortopédicas);

– cistos e tumores nos testículos;

– ou até mesmo não ter causa aparente.

No caso de sintomas, consulte imediatamente um médico Urologista e tire todas as suas dúvidas.

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Atenção: Todo nódulo testicular indolor em homens de 10 a 25 anos deve ser investigado imediatamente. Nesta situação, o paciente deve procurar o seu urologista o mais rápido possível.